segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Maravilha de Slogan

Para refletir:

A maior competência de um gestor, hoje, é saber perguntar: estimular, ajudar a equipe no diagnóstico e, assim, encontrar uma solução coletiva para um problema inédito.

O gestor não é mais o senhor sabe-tudo, mas o senhor - pergunta tudo."



Luiz Carlos Cabrera



Maravilha de Slogan



Olá amigos leitores, esta semana venho falar de um slogan que mexeu com minha cabeça.

Todos nos tornamos céticos quando alguém insiste que ainda existe humanidade nas organizações, e, quando me deparo com algumas empresas, percebo que ainda tem jeito sim. E não precisa ser o Google para promover este tipo de cultura organizacional.

Vou tentar não fazer propaganda e preservar o nome da mesma, até por questões de competitividade, já que nosso pólo moveleiro é concorrido e todos que estão envolvidos estão loucos para saber segredinhos alheios (risos)

Bem, primeiramente, gostaria de frizar a cultura da empresa, onde percebi todos os setores onde estive, pessoas comprometidas, trabalhando com amor, e o mais importante, humor(sem querer rimar, já rimando) .

Percebi também, a preocupação de uma simples secretária, em resolver um problema de um desses representantes que não podem atender ao cliente naquele momento específico. (aliás, nunca tinha visto isso na minha vida. Uma secretária engajada com a causa e preparada para resolver um problema, que para mim, não parecia ser tão simples assim e nem ser assunto de sua alçada)

E esta secretária não estava fazendo nada forçado, ela sabia e tinha muita convicção de que o cliente SEMPRE tem razão.

Aproveito o ensejo e parafraseio Luiza Trajano Donato, “o custo de resolver um problema percebido por um cliente, mesmo que este não tenha razão, é mínimo se comparado a otimização da propaganda positiva que este fará quando da plena satisfação perante nossa loja”. Pois foi exatamente isso que percebi na secretária pronta e preparada para resolver o problema junto àquela cliente descontente, que após ter desligado o telefone, calmamente se dirigiu a mim e mudou a conversa de uma maneira tão espontânea e natural que foi onde percebi que não fora forçada a situação diante daquele descontentamento, e sim, uma reação natural de alguém que sabe sua importância dentro de uma empresa e que ser uma “psicóloga” às vezes, não precisa ser tão ruim e nem mesmo forçado.

Vi ainda uma empresa, com placas em locais estratégicos(e não foram poucas), com citações semelhantes à essa:



"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."

Charles Chaplin



Percebi, muito mais coisas que isso, mas percebi claramente que autonomia e ambiente alegre e descontraído combinam sim, quando os colaboradores são encorajados a agir, a viver, a se relacionar.

Estas coisas não acontecem por acaso, existem pessoas que traduzem e mentalizam isso. Mentores, na qual deixam seu legado através de seus ideais, e foi exatamente isso que percebi nesta empresa.

Ahhh, o slogan, já ia esquecendo, qual poderia ser? Um empresa dessas só poderia estar de bem com a vida não é mesmo? Pois é esse mesmo o slogan dessa empresa ...“De bem com a vida”!



Um forte abraço



Do amigo



Vanir Predebon



quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O Desesperedorismo

O Desesperedorismo

Olá Amigos , esta semana segue o lançamento de uma nova tendência lançada aqui em nosso "subcontinente Tupiniquim". Trata-se do Desesperedorismo, e não é para rir( tá bom pode rir só um pouquinho , risos) . É isso mesmo . Abaixo vocês poderão esclarecer o que foi conceituado por Carlos Nepomuceno. Minhas concordâncias com o artigo são quase que unânimes, porém, não por completo. Não podemos desistir, e sim imaginar que tem de haver uma luz no fim do túnel, construir os ambientes e condições citadas abaixo e investir para que um dia sejamos ditadores de tendências, vindo a ser assim realmente um paísdo futuro.

Méritos ao meu amigo Ernani Tomedi, que foi o transmissor do artigo .

um forte abraço e bom proveito da informação repassada.

do amigo

Vanir Predebon

Por Carlos Nepomuceno

Data de Publicação: 15 de Julho de 2009

O futuro não acontece simplesmente. Ele é construído. Ele é aberto e não fechado. É divergente e não convergente - Eunice Soriano de Alencar - da minha coleção de frases

Dizem que o Brasil tem o espírito empreendedor.

Já acreditei nisso, não mais.

Acho que inventamos o desesperedorismo - um tipo de atividade que os humanos fazem - de forma desesperada - para conseguir sobreviver, contra tudo e contra todos.

O tema me vem de pronto, pois encontro uma amiga no Museu da República que me fala de uma idéia maravilhosa na Web.

Eu, que já tive mil sonhos e idéias, suspiro.

Já rodei meu plano de negócios (vários deles) em investidores e sei hoje que o Brasil decididamente não quer (ainda) novos negócios.

Algumas iniciativas isoladas, mas nada como política estragégica.

O ambiente nos empurra para os grandes monopólios e para o poder do Estado.

A juventude hoje quer um emprego público.

Quem fatura são as empresas de concurso, novos monopólios de ensino.

Um ambiente empreendedor exige:

* Dinheiro barato;
* Investidores criativos;
* Incentivo do Estado;
* Incentivo à inovação;
* Educação criativa e não tolhedora.

Olhem para os lados e notem se há algo assim no horizonte.

Vejam o quadro:

* Temos os juros mais caros do mundo;
* Investidores que exigem retorno semana que vem;
* Um Estado que quer ser o pai e não um parceiro, que quer dar esmola e não ensinar a pescar, que só cresce e não fortalece o social empreendedor:

("vinde a mim as criancinhas que elas não sabem fazer concurso";

* Por fim, quem inova é considerado maluco;
* E os poucos que vão e ficam na escola, são doutrinados para serem tapados.

Outra tese: quem passa em concursos públicos é o pessoal da inteligência acumulativa, de dados, não aqueles que têm a inteligência da ruptura, geradores de novos cenários.

Isso é grave!

É o caos do tiroteio de cego na casa da mãe joana!

O Brasil inova mais uma vez: criou o desesperedorismo!

Concordas?

PS - sugiro a leitura do livro Startup, de Jessica Livingston, que tem como pano de fundo o ambiente propício à inovação americana. Não é para copiar, mas para pensar.