segunda-feira, 27 de abril de 2009

Será esta a causa e a importância para o Deputado Pauletty querer o Aeroporto da Serra em Caxias do Sul?






Notícia postada pelo portal Leouve Serra: Deputado Pauletty está entre a lista do episódio das "passagens" - 22/04/2009

A chamada "farra das passagens" segue dando o que falar. O episódio no qual Deputados Federais utilzaram sua cota de viagens para terceiros ou fora de atribuições parlamentares, tem novo capítulo. Um levantamento do site Congresso em Foco, revela que 261 deputados usaram a cota de passagens aéreas pagas pela Câmara para viajar ao Exterior. Nesta lista estão 20, dos 31 representantes do Rio Grande do Sul. O deputado da região, Ruy Pauletty, do PSDB, aparece como o segundo entre os que utilizaram este serviço. Ele seria responsável por 15 passagens.

Esta notícia esteve veiculada em outras fontes também , inclusive o Jornal Pioneiro.

Olá Caros leitores, não é de maneira boa que começo a coluna desta semana, um tanto quanto mal humorada,; não bastasse todos impostos que pagamos, temos mais este episódio.

Mas vamos tentar compôr os fatos...para quem não sabe, está em disputa na Serra Gaúcha onde será construído o novo Aeroporto da Serra, aeroporto este com capacidade para podermos dar vasão a nossos produtos e deixar mais perto a comodidade de voar e de pousar em nossa região, mas o que deixa-nos preocupados é o fato que vem a tona esta semana , ( este acima citado ) e também que a disputa do local entre Vila Oliva ( Caxias do Sul ) e Mato Perso ( Farroupilha ) vem causando muita polêmica; polêmica causada talvez pela manipulação do mesmo deputado acima citado na qual em dossiê preparado pelo seu comitê em prol da construção do aeroporto em Vila Oliva caracterizava o valor das terra em Mato Perso valorizado em mais de 10 vezes o seu valor venal , Lideranças da Região tiveram de sair da região para ir para Brasília para ver a discrepância. Mas aí vêm as perguntas: de onde saiu este dossiê, quem pode ter forjado tal documento? Qual o interesse? Ora, sejamos claros e acusemos as partes envolvidas.

Esta semana escutei de pessoas que trabalham no CIC daqui, na qual foram os mentores da união dos CIC’s (união esta que originou a CIC’s Serra) para discussões em prol do melhor para a Serra, mas o que fiquei sabendo foi que o CIC de Caxias não quis participar de tal aglutinação, na qual sua condição para tal feito seria serem reconhecidos como idealizadores de tal evento. Fico sabendo também que o Deputado Pepe Vargas está ao lado do movimento inovador; então, qual a causa do Deputado Pauletti e seu compadres quererem o aeroporto em Vila Oliva? Querem um Aeroporto para os Caxienses somente? Pois saibam todos vocês que para qualquer outra cidade fora deste eixo Caxias-Farroupilha não interessará a construção deste “elefante branco” ( sim, se tornará um elefante branco, pois poucos do restante da Serra Gaúcha o utilizarão, e este universo sobe de 450.000 habitantes para mais de 1.100.000 ) por se localizar quase a mesma distância do Aeroporto de Porto Alegre, aeroporto esse Internacional e que tem pista dupla até o mesmo , e outro fator “interessante”, para os caxienses se o aeroporto for localizado em Vila Oliva , terão de se locomover por cerca de 30 km , já se o mesmo for localizado em Mato Perso , o percurso cai para 10 km ..., ora , todo cidadão comum sabe que será prejudicado se o mesmo for construído por aquelas paragens, inclusive os caxienses, estas coisas cansam , enquanto isso nosso dinheiro vai indo para as cucuias , ou seja , para o ar , gasto em mais uma destas farras promovidas pelos poderosos que deveriam realmente defender os interesses da MAIORIA .

A Política por estas paragens já tiveram vários episódios como este , quando da construção da BR 116 , que foi literalmente “desviada” para outras paragens, distantes vários quilômetros de seu traçado original, sendo gasto milhares de cruzados ( vai saber que moeda era naquela época ) simplesmente para favorecer alguns em virtude do poder político, os anos passaram , mas a politicagem continua a mesma, resta saber se calaremos diante de mais esta .

E saber que este cidadão era o reitor da Universidade em que colei grau ...

Ah ia esquecendo , Mato Perso tem infraestrutura asfáltica quase pronta para receber o tal aeroporto, e adivinhem como é a estrada que leva até Vila Oliva ?

A Polêmica está lançada e não fujamos da luta.


Emails, esclarecimentos, é só enviar para
vanir.predebon@gmail.com

Forte abraço

Do amigo

Vanir Predebon

sexta-feira, 10 de abril de 2009

O brasileiro é 75,58% mais empreendedor que os outros

Olá amigos, esta semana trago artigo cuja a fonte segue no rodapé, e é um bom norte para reconhecermos nosso potencial empreendedor, na minha opinião , o que precisamos , é ter mais determinação para que os nossos negócios não fechem nos primeiros anos de existência e engrossem as estatísticas de empresas que fecham antes de completar um ano de idade... méritos a colega colunista Joice Lavandoski que me enviou o artigo.


forte abraço e boa leitura a todos

Vanir Predebon

O brasileiro é 75,58% mais empreendedor que os outros

Em 2001, de cada 100 brasileiros, 14 apresentavam perfis empreendedores. Mantivemos esse índice até 2004. Em 2005, o índice baixou para 11 e se manteve até 2006. Em 2007 e agora em 2008, somos 12 empreendedores a cada 100 brasileiros. A Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) brasileira está em 12,02. Mas, é a primeira vez desde que a pesquisa foi iniciada no Brasil (2000) que o país ficou fora do grupo dos dez países com maiores taxas de empreendedorismo.

A oscilação e o resultado não se devem ao fato dos cidadãos brasileiros terem perdido a essência empreendedora, pois ela persiste, mas pela maneira como o GEM organiza o grupo de países participantes do estudo. Países como Bolívia, Angola, Macedônia e Egito realizaram a pesquisa GEM pela primeira vez neste ano e ocuparam posições entre os dez países com as maiores taxas de empreendedorismo. De qualquer forma, ainda somos os mesmos e ocupamos a 13ª posição no ranking mundial de empreendedorismo.

A TEA brasileira é superior à média dos países observados pela Pesquisa GEM, que foi de 10,48%. A TEA média brasileira de 2001 a 2008 é de 12,72% contra uma TEA média dos demais países GEM de apenas 7,25%. Isso reforça que o Brasil é um país de alta capacidade empreendedora e que na média entre 2001 e 2008 o brasileiro é 75,58% mais empreendedor que os outros.

Considerando a evolução da taxa de empreendedorismo nascente em relação à taxa de empreendedores novos no período de 2001 a 2008, observou-se uma inversão na proporção entre os empreendedores nascentes com relação aos empreendedores novos. Em 2001, tínhamos 65% de empreendedores nascentes para 35% de empreendedores novos, e em 2008 há 24% de empreendedores nascentes para 76% de empreendedores novos.

Deste cenário - que permanece otimista - , os jovens entre 18 e 24 anos são os que mais empreendem. Do total de empreendedores brasileiros, 25% são jovens, o que coloca o Brasil em terceiro lugar no ranking mundial, atrás apenas do Irã (29%) e da Jamaica (28%). Mas a explicação para isso pode não parecer tão deslumbrante. Estes países apresentam baixo nível de distribuição de renda e o jovem é obrigado a entrar cedo no mercado de trabalho para aumentar a renda familiar. Empreendem por falta de empregos formais.

Por necessidade também empreendem a maioria dos brasileiros. Nas últimas pesquisas, mais de 50% dos cidadãos abrem negócios por necessidade, uma forma de driblar a constante crise econômica do País que, embora tenha se atenuado nos últimos anos, ainda é presente e se faz sentir na maioria. Dentre os que empreendem por necessidade, os jovens (28% do total) têm renda concentrada na faixa de um a três salários mínimos e nível de escolaridade de 5 a 11 anos. Eles desempenham principalmente serviços orientados ao consumidor (70%), em segmentos como comércio e alimentação, seguidos do setor de transformação (30%), em trabalhos como pequenas atividades de manufatura e industriais.

Já, o jovem empreendedor por oportunidade dispõe de uma renda maior (36% até três salários mínimos; 34% de três a seis salários) e uma escolaridade maior, sendo que 25% estão cursando ou já terminaram o nível superior. Em geral, iniciam seus negócios com atividades mais especializadas. “O jovem universitário, por exemplo, frente à escassez do trabalho formal, abre seu negócio em serviços especializados, tais como contabilidade, apoio jurídico, suporte de informática e outros”, exemplifica Simara Greco, responsável técnica pela pesquisa GEM.

Embora mais qualificados, ainda estão distantes da inovação. O Brasil possui uma das mais baixas taxas de lançamento de produtos novos (desconhecidos para o consumidor) e de uso de tecnologias disponíveis há menos de um ano no mercado. Porém, a pesquisa mostra que 33% dos entrevistados - entre não-empreendedores - comprariam produtos novos e um terço experimentaria produtos ou serviços que usam novas tecnologias. Portanto, caso as empresas invistam em novos produtos, podem conquistar importante fatia do mercado. Oportunidade para verdadeiros empreendedores!

Estes foram alguns dos levantamentos apontados pelo GEM 2008. Em breve, o Sebrae/RS estará disponibilizando em seu site a pesquisa completa para uma melhor análise do cenário empreendedor brasileiro.

Sebrae/R[informativo@sebrae-rs.com.br]

Ivane Fávero
SECRETÁRIA DE TURISMO de Bento Gonçalves