quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

É Carnaval ( ou melhor, ...já era )

Bem... como começar a coluna desta semana? Hummmm... sei não... bem, chega de enrrolação, sei que vai ter gente que vai querer me matar , me estrangular, mas eu concordo com o texto que recebi do amigo Uillian nesta semana, e como o carnaval acabou, acho que agora podemos revelar o lado negativo desta época... pois como um país quase que por inteiro ( sim , pois existem os que não pensam assim, uma minoria é claro pode afirmar categóricamente que o ano começa depois do carnaval, ou seja, 2/12 avos do ano , já pagamos quase 4 meses através de nossos trabalhos, produtos e serviços que produzimos em impostos, pessoas desempregadas, bolsa família,... ufa.. chega...deixa eu calar a minha boca... caso contrário, posso ir fundo demais...aliás, vamos se estressar pra quê? Estamos no Brasil mesmo ... Quando o Lula concorria pela primeira vez, ele afirmou em rede nacional “que quem paga a conta no Brasil é a classe média e isso tinha que acabar” , e ele tinha razão, mas pelo jeito nosso povo ainda não percebeu que não foi só em Roma que existiu pão e circo para a povo...aos bons entendedores , meias palavras bastam... abaixo segue texto redigido por Danilo Gentili.

Tenham todos um ótimo “Começo de ano”

É Carnaval
Por Danilo Gentili

O Carnaval é mais do que uma festa. É uma desculpa. Quem quer dar a bunda e reprimi isso, usa o carnaval como desculpa para fazê-lo. Quem tem merda na cabeça, usa o carnaval como desculpa para encher a cara, pegar o carro e matar alguém atropelado. Quem usa droga ou nunca usou mas sempre quis usar, usa o carnaval como desculpa para uma overdose.Comecei o texto dizendo que o carnaval não tinha significado. Retiro o que disse. Descobri o sentido do carnaval: Eles festeja tudo que há de ruim dentro das pessoas. É no carnaval que todos liberam seus demônios. Se o ibope fizesse uma pesquisa sobre "atitudes fdps", com certeza, o pico seria no carnaval. Até prédio desabada ou pega fogo nessa época.Eu sei. Preciso parar de ser ranzinza e começar a enxergar o lado bom das coisas, afinal, o Carnaval é o espetáculo da alegria e do sonho! Como não percebi isso antes?Brasileiros sorrindo, felizes como nunca nos desfiles. Sorrir em um país onde se paga o máximo para não se ter nem o mínimo? Claro! Só o espetáculo do sonho pra providenciar isso!Socialites com pneus e caras apodrecidas pelas plásticas, desfilando semi-nuas, crentes que são as gostosas? Claro! É sonho também!E o que dizer de favelados felizes, que trabalham duro o ano inteiro no barracão da escola de samba, e depois são obrigados a pagar carnê pra desfilar? Poxa! Isso é legal demais! Pagar pra desfilar enquanto seus oito filhos não tem nem leite na mamadeira? É sonho puro!Engraçado. Os favelados trabalham pra escola o ano todo e pagam pra desfilar em um lugar que ninguém vê. Os "artistias" chegam dez minutos antes do desfile, ficam no alto do carro alegórico e ainda ganham uma bolada pra isso. É como se o burro construísse uma charrete para o condutor montar em cima dele. Consegue imaginar uma festa melhor do que o carnaval? Eu não!Ooooo tindolelê!Queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de acidentes; menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumento da nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período....Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval certamente me matariam.Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do carnaval do que viver no carnaval desse pais.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Uma Fábula para refletir

Era uma noite chuvosa de verão , 18 de Fevereiro, clima quente. Pensei em fazer uma coluna diferente, porém , a criatividade é ofuscada quando se tem muita coisa para resolver e contas a pagar ... creio também, que não estejamos mais predispostos a repensar coisas e rever processos nestes períodos de crise, você não acha?
Mesmo assim, trago a você um texto que circulou pela internet e, dia desses, recebi-o também. Trata-se de uma fábula que reflete muito bem o que acontece em várias empresas. Acompanhe !


Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e dava um duro no trabalho. Ela era produtiva e feliz. O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão e, se ela era produtiva assim mesmo, seria ainda mais se fosse supervisionada.
Para isso, colocou na supervisão uma barata que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência como supervisora. A primeira preocupação dela foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas nas reuniões. Então, a barata contratou uma mosca e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz começou a se lamentar toda aquela movimentação de papéis e reuniões. O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz trabalhava.
O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora logo precisou de um computador e uma assistente (a da empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e, a cada dia, tornava-se mais chateada. Então, a cigarra convenceu o gerente marimbondo de que era preciso fazer um estudo de clima.
Mas o marimbondo, ao rever as cifras, percebeu que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada e famosa consultora, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com várias páginas, que concluía: "Há muita gente nesta empresa!".
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir? A formiga, claro, pois ela andava muito desmotivada e aborrecida.
Você já viu essa história antes? Aproveite o texto e pense nisso!
Um excelente Carnaval a todos.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A Importância do líder no processo de mudança

Esta semana a coluna, dá espaço a um artigo sobre liderança, na qual nos dias de hoje acredito ser a diferença das empresas que vão sobreviver e das que sucumbirão com o passar dos anos, e porque não, dos próximos dias.
Leiam e vejam se qualquer semelhança , realmente é mera coincidência, e se possível, não venham com a desculpa de que o artigo é muito longo, e/ou que já ouviu isso em alguma reunião de lideranças, e/ou que não tem tempo para ler, pois quem quiser sobreviver no meio empresarial, não pode fechar os olhos as mudanças que estão acontecendo no mundo ... e nem ao conhecimento que lhes é oferecido sem que faças força ...os méritos do artigo , ao meu amigo Milton Boeira, na qual o mesmo está inserido no folhetim informativo de sua empresa a Sider Dubrasil , diretamente da grande Curitiba .

Tenham todos uma boa Leitura e aprendizado.

Do amigo
Vanir Predebon

Para ser um líder, é preciso comunicar para a mente, para o coração e para as mãos das pessoas. Quando ouvi essa frase de um dos grandes gurus da Franklin Covey, Blaine Lee, em uma conferência da HSM Group, ficou claro que a semente que sempre trouxe comigo de forma empírica não estava indo por caminhos tortuosos. Só faltava mesmo fundamentá-la um pouco melhor, com atitudes no dia-a-dia, porque, muitas vezes, elas se tornam truncadas, quando se tenta colocá-las em prática na liderança de equipes não-lineares.

Temos de entender que a mudança só se faz, ela só acontece, através das pessoas. E elas precisam de informações para terem noção e assumirem adequadamente as suas responsabilidades. Aliás, a responsabilidade é uma via de mão dupla e tem uma importância muito grande em todos os processos das empresas. Mas ninguém percebe isso quando você não comunica. E não estou falando de cartazes, e-mails, memorandos internos ou, ainda, jornais-murais, que, diga-se de passagem, têm suas funções para a comunicação corporativa e são eficazes, na maior parte delas.

Como líderes, ao comunicarmos qualquer informação, desde a mais irrelevante àquela que vai mudar toda a estratégia de trabalho, precisamos estar cientes de que devemos olhar nos olhos de cada um, explicar o porquê das coisas, fazê-los entender a importância que têm em todo o processo e a diferença que teremos no resultado, caso esta comunicação venha recheada de ruídos, sombras ou tempestades. E como fazer isso sem parar os processos, sem fazer com que as pessoas percam em produtividade, sem interromper o trabalho que estão realizando?

Simplesmente perguntando a que horas fica melhor para ela trocar uma idéia com você, dizendo que tem algo importante para decidirem juntos, mas que isso não pode atrapalhar o seu desempenho do dia. Certamente, seu colaborador vai cooperar para encontrar um horário rapidamente e estará na sua sala muito antes do previsto. E o que era para ser um comunicado, pode se tornar uma solução, quando você faz com que as pessoas participem das decisões e opinem sobre elas. A única forma de conquistá-los é com envolvimento.

Estratégia Vencedora
A história mostra que resistir à mudança é quase sempre uma estratégia perdedora. A estratégia vencedora é você se adaptar e se tornar proativo, tentando influenciar o curso da mudança a fim de obter vantagens sobre ela. Foi o que fez a norte-americana Procter & Gamble, que reúne um enorme conglomerado de subempresas, produzindo alimentos, produtos de higiene e limpeza, dentre outros.

Em 2000, ao verificar que o lucro caíra de US$ 3,8 bilhões para US$ 3,5 bilhões, descobriu que era preciso se reinventar. A mudança foi comandada pelo executivo norte-americano Alan Lafley. E o que ele fez?

Começou descomplicando a administração, que era tida como burocrática. Buscou, também, novos mercados, como o de baixa renda, reduziu o número de categoria de produtos e se concentrou em mercados rentáveis, além de pesquisar a preferência dos consumidores.

A estratégia foi a concentração nos negócios centrais, no qual são líderes mundiais, entendem a tecnologia e possuem marcas líderes. Quatro negócios (cuidado com tecidos, cuidado com bebês, cuidado com cabelos e cuidados femininos) representavam 50% das vendas e mais de 75% dos lucros. Eles se concentraram também nos países centrais, especialmente nos 16 que contribuíam com mais de 80% das vendas, e nos consumidores centrais, ou seja, nos dez maiores que compunham um terço das vendas.

A aproximação com o consumidor foi feita através de técnicas próprias que permitissem que se criasse uma linha direta com o usuário final. Quando esteve no Brasil, por exemplo, o presidente visitou lojas e casas de consumidores, e fez o que chama de “pesquisa da sogra”. Uma vez por ano, organizam uma reunião para os líderes de todos os países e todas as categorias de negócios da companhia, cerca de 200 pessoas. Em uma dessas ocasiões, foram às compras por um dia, cada um com uma seleção de famílias.

Ao ser questionado, em uma entrevista concedida para a revista Focus Online, sobre como fazer com que as novas mudanças de direção não produzam um forte sentido de insegurança entre os funcionários, Alan Lafley, presidente da Procter & Gamble, reconheceu que precisou garantir, a todos, que o propósito de melhorar a vida cotidiana dos consumidores que atendiam, com produtos de marca, com qualidade e valor superiores, não mudaria, assim como os valores: integridade e confiança, propriedade e liderança e paixão pela vitória. Todos sabiam que o propósito, os valores, os princípios, o coração e a alma da companhia permaneceriam intactos. Mas também sabiam que deveriam estar preparados para mudar todo o resto, se a mudança fosse fazê-los mais bem-sucedidos.

Ele contou que alguns líderes não conseguiam mudar. Então foram mudados de lugar. Em alguns casos, eles pediram demissão ou se aposentaram mais cedo, enquanto outros saíram para trabalhar em outras empresas. De modo silencioso, mudaram mais da metade da equipe de liderança. “Quando se trata de qualidades e experiência pessoal, sou um grande defensor de uma mistura de QI e inteligência emocional. A inteligência emocional é extremamente importante em negócios que dependem muito das pessoas”.

Lafley enfatizou, ainda, que na Procter & Gamble trabalham principalmente a partir de equipes no processo de inovação, embora os membros do grupo possam estar em qualquer lugar do planeta. Ele garante que tornar tudo mais simples é o melhor caminho para enfrentar a crescente complexidade do mundo dos negócios. “Ao simplificar tudo dentro da empresa, nós podemos gastar muito mais tempo lá fora, ou seja, com os consumidores, clientes, fornecedores e outros participantes do processo.”

Em 2004, o lucro da empresa saltou para US$ 6,4 bilhões. Em 2007, a companhia registrou lucro líquido de US$ 10,34 bilhões, 19% a mais que em 2006, e receitas de US$ 76,47 bilhões, 12% maiores que as do ano fiscal anterior. No início de 2005, a empresa comprou a Gilette, uma das maiores fabricantes mundiais de aparelhos de barbear, também dona das marcas Oral-B e das pilhas Duracell, por US$ 54 bilhões. A operação é tida como o passo mais ousado em todos os 170 anos de história da organização. A companhia emprega, atualmente, pouco mais de cem mil funcionários ao redor do mundo.

Pessoas, poderes e limites
E o que tiramos de positivo da influência do líder no processo de mudança? Se você quiser ter muito sucesso, ame as pessoas e pense nelas. Mas faça com o coração, porque elas perceberão a sinceridade quando estiverem em sintonia com os seus sentimentos. Lembre-se de que sem envolvimento não existe comprometimento. E o que isso representa? Representa deixar o ego do lado de fora, ter consciência de que a vaidade só atrapalha, saber que um líder não pode se esconder quando as coisas vão mal. Você deve ser transparente, acessível, lembrar que as pessoas gostam de carinho, que também têm egos, mas que você não precisa passar a mão na cabeça delas. Apenas falar a verdade e deixá-las a par dos riscos pode ser uma boa.

Conhecer seus limites, poderes e atribuições, e fazer com que a equipe os conheça melhor que você mesmo, para poder servi-los, sem dúvidas é um excelente ponto de partida para que tenhamos ordens claras com execuções precisas. Afinal, como enfatiza sempre o grande Bernardinho, “Líder é aquele que tem princípios e valores que inspiram as pessoas”. E a comunicação ajuda a criar um ambiente com clima positivo no trabalho. Às vezes, é melhor trabalhar de forma inteligente do que trabalhar mais.
Dizem que saber e não fazer é o mesmo que não saber. Nós, líderes, queremos a cabeça (a inteligência), o coração (as emoções que geram comprometimento) e as mãos (que executam). Está vendo só como é fácil? Quando alguém explica, todo mundo entende.

Dicas para líderes aplicarem com suas equipes:
Estimule a autoconfiança.
Satisfaça necessidades, e não vontades.
Forneça aos liderados o que eles precisam, e não o que eles querem.
Sirva-os, em vez de querer que eles o sirvam.
Certifique-se de que as razões das mudanças são transparentes para todos.
Brigue muito mais por eles, para precisar brigar bem menos com eles;

A diferença de gerenciar e de liderar a mudança
Segundo John Kotter, professor de Liderança da Harvard Business School, gerenciar a mudança é, basicamente, mantê-la sob controle. Em outras palavras, assegurar-se de que as coisas sejam feitas dentro de determinados prazos, que se cumpram certos compromissos e promessas e evitar que o caos seja tão grande a ponto de se tornar incontrolável.

Já liderar a mudança consiste em impulsionar o processo de transformação por meio de algum tipo de resultado interno que todos compreendam. Também significa fazer todo o esforço possível para que a mudança ocorra e seja eficaz.
A maioria das grandes mudanças é produto de 80% de liderança e 20% de gerenciamento. O autor afirma que o problema principal não é manter a mudança sob controle, mas sim impulsioná-la, de tal forma que quebre as resistências e derrube todas as barreiras que impeçam a adaptação da empresa à nova realidade.

Curiosidade
Uma pesquisa sobre clima empresarial realizada pela consultoria Deloitte Touche Tohmatsu mostra que os funcionários de empresas brasileiras estão mais insatisfeitos com a comunicação interna da companhia do que com o próprio salário. Entre 78% e 80% das pessoas dizem ser mal informadas sobre as ações da empresa, enquanto a média de insatisfação com a remuneração é de 60%. Os funcionários querem saber o que seus chefes acham de sua produtividade, além de entender que papel exercem na tarefa de atingir as metas da companhia.

Resolva situações de conflito provocados por resistência a mudanças. Como?
- Invista grande parte do seu tempo conversando com as pessoas sobre a necessidade de mudar.
- Explique o que precisa ser modificado para que entendam a sua participação em todo o processo de mudanças e o que terão de fazer para conservar seus empregos.
- Enfatize que a idade cronológica e o tempo de empresa não têm relação direta com as mudanças.
- Mostre que o crescimento pessoal e profissional e a sobrevivência estão diretamente relacionados à capacidade do indivíduo de se adaptar ao novo e de, principalmente, ser um agente de mudanças.
- Entenda que mudar pode ser fascinante e pode trazer muito mais oportunidades do que você imagina. Mas, você só poderá descobrir isso, se experimentar!

Energia que flui
Em uma entrevista para a revista HSM Management, Peter Senge, pai do aprendizado organizacional, contou como aprendeu uma das lições mais simples e básicas para líderes: descobrir para onde a energia quer fluir e trabalhar com isso. Talvez você esteja se perguntando: “Como assim?”.

Senge relatou: “Anos atrás, quando comecei a lecionar, vi que eu tinha um hábito estranho quando estava diante de um grupo de pessoas. Dentre 25 pessoas atentas, haveria uma de braços cruzados e cabeça baixa. E em quem eu concentrava toda minha atenção? Na pessoa que estava desatenta”.
E qual foi a lição? É preciso ter consciência do problema, ou seja, deixar a pessoa ficar lá e trabalhar. E, claro, ficar lá com aquelas que estão realmente interessadas. É uma das lições mais simples e básicas de todo tipo de liderança em qualquer ambiente: para onde a energia está tentando fluir e como trabalhar com ela.



Sobre o autor

Alessandra Assad
Diretora de redação da revista VendaMais. Formada em Jornalismo, pós-graduada em Comunicação Audiovisual e MBA em Direção Estratégica, é palestrante, professora universitária e colunista de marketing e propaganda. Foi repórter, apresentadora e produtora em televisões e rádios com programas e produções ao vivo e gravadas.