quarta-feira, 30 de julho de 2008

Empreendedorismo Reverso

EMPREENDEDORISMO REVERSO


Olá Amigos, leitores , esta semana trago outro conto sobre causos de empreendedorismo , e esta estorinha também parece que já vimos acontecer em algum lugar, pois é , brincadeiras a parte mas a coisa é séria, está cheio de consultor "estudado", "letrado" entre outras características, que fazem empresas e pessoas tomarem atitudes como as do conto abaixo , no final tem uma breve apreciação e desde já, com plena convicção digo para que façam o que seus corações mandarem sempre , não importa se é filho, cônjuge, parente ou quem for, feeling e ousadia são muito importantes nestas horas.

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Um casal de agricultores muito humildes se esforçou ao máximo para que seu único filho pudesse ir para a faculdade, salvando cada centavo possível para cobrir as despesas do curso de economia escolhido pelo filho.
Logo as despesas aumentaram, eles precisaram de uma nova fonte de renda, e a esposa resolveu fazer alguns sanduíches para vender na rodovia que passava logo em frente a sua casa.
Ela montou uma barraquinha com auxílio do marido, e começou seu pequeno empreendimento. As pessoas começaram a parar, comprar seus sanduíches que eram muito gostosos, e visualmente atrativos, então ela resolveu investir em melhorias na barraquinha que logo se transformou em uma pequena lancheria, onde eram servidos inúmeros lanches frios e quentes, ja havia contratado 3 novos funcionários, as coisas estavam indo muito bem e resolveram dar uma passo maior e construíram um restaurante que se tornou muito conceituado.

Após os 6 anos de estudo do filho, ele chega em casa e fala para os pais: - Pai, mãe, a crise ta chegando, a inflação vem aumentando muito, e as coisas vão começar a ficar mais difíceis para todos.
Os pais como sempre falaram ao filho: - Filho, nós te auxiliaremos sempre que necessário, pois os negócios estão bem, então não se preocupe...O filho então interviu no ponto dos negócios:

Pois o que estou dizendo é que com a inflação acho melhor fazer algumas modificações nos produtos do restaurante, podem trocar o salmão defumado por sardinha, o suco natural por alguma poupa mais barata, ou mesmo refrescos artificiais, retirar os produtos de baixo valor e assim minimizar os gastos...
Os pais se olharam e disseram:
- Bom, filho, você esteve na faculdade, estudou economia, então vamos fazer o que achar melhor, pois somos apenas agricultores que abriram um restaurante. E assim foi feito...
Com o passar dos dias, semanas e meses os clientes foram sumindo, eles a cada dia tinham mais certeza do que o filho falara, e acabaram por vender seu restauranto por um valor muito baixo, voltaram para a agricultura e passaram a lamentar o ocorrido culpando a inflação. Até que
o marido olha para a esposa e diz:
-Bom, olhe só como são as coisas, ainda bem que temos um filho instruído, pois se não fosse ele nos avisar sobre a inflação, imagine o que poderia ter acontecido....
Moral da estória:
Ter informação não quer dizer saber algo;
Saber não quer dizer obter um diploma;
Olhar pelos olhos dos outros é a melhor forma de fazer errado;
Inflação e crises não acabam com bons negócios, somente as pessoas fazem isso!

Méritos ao amigo Marcelo

Tenham um ótimo final de semana

Um forte abraço do amigo

Vanir Predebon

Os Três Empreendedores

Olá Amigos, esta semana trago para dividir com vocês a parábola dos Três empreendedores, esta chegou ao meu conhecimento, porém não posso fornecer a fonte, pois desconheço o autor, na qual pode parecer ficção, mas nos leva a visualizar certos ambientes que não nos são muito desconhecidos, vale como reflexão e a mensagem inicial é justamente para que possamos fixar estes pequenos ensinamentos, que de forma simples, às vezes nos são mais úteis que muitos anos de faculdade.
“Tudo já foi dito uma vez, mas como ninguém escuta é preciso dizer de novo”. (André Gide)
Os três empreendedores
Era uma vez três amigos que resolveram se juntar para montar um negócio. Quem propôs foi Cícero, o mais criativo dos três, que concebeu uma idéia fantástica de negócio, baseado na prestação de serviços para a construção de casas residenciais com alto grau de segurança integrada Construtora Suíno.
Como era natural, Cícero foi eleito o líder do grupo e com o início do empreendimento todos se entusiasmavam com suas idéias inovadoras, sempre usando as mais modernas tecnologias. Ele conseguia inspirar as pessoas e mostrar como o futuro da empresa seria brilhante e próspero. O problema é que o tempo foi passando e as pessoas começaram a se cansar de suas idéias mirabolantes.
Dava a impressão de que ele não conseguia fazer as coisas acontecerem, porque mal começava algo, logo perdia o interesse e desviava sua atenção para uma nova oportunidade. O tempo todo os colaboradores sentiam que a instituição seguia para um caminho diferente, pois Cícero começava algo e não terminava para tomar outra direção totalmente distinta.
No entanto, ele não se deixava abater. Perdido em seus devaneios, justificava a falta de ação com a descrição de cenários futurísticos, aonde sua empresa chegaria se todos se empenhassem. Ao ser questionado por seus sócios sobre sua capacidade de gestão, ele retrucava dizendo que precisava pensar em coisas mais importantes que problemas mundanos do dia-a-dia.
Prático, um dos sócios inconformado com essa postura, colocou-se à frente do negócio, com o apoio irrestrito dos funcionários e do outro sócio, Heitor. Prático não era de ficar pensando arduamente sobre possibilidades, preocupava-se com resultados. Os funcionários sentiram sua força e ficaram animados com a capacidade que ele tinha para colocar idéias em ação. Ele não perdia tempo para nada, extremamente dinâmico e cheio de energia, colocava todos em ação e se incomodava se algo o interrompia.
A cada novo cliente, Prático assumia a tarefa de entregar a casa pronta. Tudo em tempo recorde. Todos estavam muito felizes com a nova gestão. É verdade que surgiam alguns problemas, mas ele os resolvia com rapidez.
Com o tempo, os problemas nas construções começaram a ficar mais freqüentes. Falta de material, colaboradores com pouco treinamento, acabamento malfeito, etc. Os prazos já não eram atendidos com a mesma rapidez, pois se perdia muito tempo refazendo o que havia sido feito com pressa. Para piorar, as primeiras casas que foram entregues na gestão de Prático começaram a dar problemas de infiltração, vazamentos, azulejos soltos entre outros. Prático não se importava em fazer o trabalho novamente, pois continuava a acreditar que o importante era entregar algo, e logo.
Heitor, um dos três sócios, começou a dar sugestões. Afirmava que era melhor fazer uma lista de materiais antes de começar a obra e preferia verificar a qualificação da mão-de-obra antes de envolvê-la na construção. Defendia que tudo sairia mais rápido e com menos erros se houvesse o mínimo de planejamento antecipado. Prático desdenhava os conselhos de Heitor, mas, com o tempo, viu-se forçado a dar razão às suas idéias em função dos resultados alcançados.
Logo, Heitor começou a assumir os projetos, pois ganhava cada vez mais prestígio dentro da empresa. A mesma medida, Prático foi sendo deixado na berlinda, junto de Cícero. Com o poder em mão, Heitor pode utilizar todas as teorias sobre otimização do trabalho e gerenciamento de projetos que havia aprendido na faculdade. Trouxe um senso de segurança e ordem que a empresa nunca havia experimentado. A motivação novamente tomou conta de todos que sentiram como uma gestão profissional é realmente valiosa para as instituições.
Não demorou muito para que Heitor se deixasse levar pelo entusiasmo com o exagero de regras e controles na empresa. Tudo deveria passar por sua aprovação. Nada era feito sem sua assinatura. Uma obra levava, entre a sua contratação e o início das operações, de 9 a 15 meses. Ele não abria mão de nada para reduzir esse tempo. Alegava que o segredo do sucesso da instituição repousava em seu acurado e minucioso planejamento.
Os clientes não viam da mesma maneira. Acabaram se cansando de tanta burocracia, problemas e idéias sem fundamento. Foram, aos poucos, deixando a Suíno para trabalhar com a principal concorrente dela – uma empresa nova chamada Lobo & Cia, que foi prosperando, crescendo e ganhando mercado. Não demorou muito para que ela incorporasse a pequena e deficitária Suíno. Aparentemente, a Lobo & Cia teve mais fôlego e paciência para esperar pela autofagia da Suíno.
E quanto aos jovens empreendedores? Depois de vender o negócio, resolveram tentar a sorte como roteiristas de histórias infantis. Parece que estão se dando bem.
E você, qual dos QUATRO empreendedores aparenta ser?
Um forte abraço e ótima semana
Do amigo
Vanir Predebon

quarta-feira, 9 de julho de 2008

CULTIVE OS RELACIONAMENTOS

CULTIVE OS RELACIONAMENTOS

Vem aí o Dia do amigo , e em tempos de disputas comerciais tão fortes , percebemos o quanto é importante as amizades que fizemos no decorrer de nossas epopéias empreendedoras e comerciais , e é por causa disso que mais uma vez venho escrever esta coluna e lembrar o quão importante são nossas realizações, se somamos aos que temos em nossa vida .

Me chamou a atenção o grande número de amigos ( clientes, porém, os encaro primeiramente como amigos ) em conversas que tivemos nos últimos dias , a importância que a relação amizade/empatia/cliente tem nas relações de negócios. É comum vermos pessoas terem seus maiores amigos no âmbito de seu círculo comercial. Um destes meus amigos esta semana me demonstrou a devida importância que ele dá à seus clientes , mas que primeiramente são vistos por ele , como amigos . Este meu amigo , confeccionou um cartãozinho com um dizer de um provérbio chinês na qual sintetiza a sua valorização para a empresa dele e principalmente para a sua pessoa em especial , isto me chamou a atenção , pois na mesma semana em conversa com outro amigo e cliente também chegamos a esta conclusão .

Portanto de maneira simples e sincera , sejamos calmos em nossos cotidianos , as relações se abalam às vezes, mas as verdadeiras relações são as que permanecem, portanto , verdade, sinceridade e lealdade são palavras que devem ser muito bem repensadas . Pratiquemos a amizade, cordialidade e boa vicência, nosso network só tem a agradecer.


E por fim finalizo deixando meu Feliz Dia Do Amigo que se aproxima e uma singela mensagem .

Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.” (shakespeare)

Forte abraço do amigo

Vanir Predebon

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Centro de Estudos Brasileiros em Seattle oferece programa online para formação de empresários


Coluna Empreendedorismo - Vanir Predebon Quarta-feira, 2 de julho de 2008
Centro de Estudos Brasileiros em Seattle oferece programa online para formação de empresários
Centro de Estudos Brasileiros em Seattle oferece programa online para formação de empresários (Curso gratuito de empreendedorismo para imigrantes brasileiros)
Chega ao meu conhecimento que a comunidade brasileira nos Estados Unidos, calculada em mais de um milhão de pessoas, poderá ter acesso – gratuitamente – a um programa educacional com a chancela de uma universidade americana. Abaixo segue algumas explanações acerca do mesmo e no final, um breve comentário pessoal.
O curso de empreendedorismo está sendo oferecido pelo Centro de Estudos Brasileiros da Washington University, em Seattle, em parceria com a Knowtec e a E-Learning Brasil. A iniciativa pretende despertar e orientar o espírito empreendedor dos imigrantes do nosso país na América.Este é o primeiro curso nestes moldes lançados pelo Centro, uma das principais instituições do gênero nos Estados Unidos. Em função disso, estão sendo disponibilizadas apenas 200 vagas, mas os organizadores pretendem repetir o programa no futuro, certos de que a procura e o interesse serão intensos. No curso 'Viagem ao Mundo do Empreendedorismo', o aluno terá todo apoio e acompanhamento de professores durante os módulos. "O Centro nasceu da necessidade de aumentarmos o entendimento do Brasil na região, a fim de que empresários formadores de opinião e outros líderes se dêem conta das potencialidades culturais e econômicas de uma das maiores potências mundiais", afirmou o professor Jonathan Warren, um dos fundadores do Centro, ao se referir ao Brasil. O curso virtual para formação de empreendedores é apenas um dos primeiros atos da entidade, que também envia estagiários norte-americanos para empresas brasileiras.Mais informações sobre o programa estão disponíveis no link http://jsis.washington.edu/brazil/about.shtml ou através do telefone (425) 235-0724, com Pedro Costa, que integra a equipe do departamento de estudos brasileiros na Universidade de Washington.
Então, primeiramente louvo a iniciativa, não tem como atitudes positivas serem deixadas sem louvor, porém... Eu paro e me pergunto, porque no Brasil , estas coisas não acontecem? é mais fácil existir um curso de empreendedorismo gratuito para brasileiros fora de seu País de origem do que nele próprio, como faremos deste país uma potência empresarial? Como faremos o sentimento do Nacionalismo crescer? Cursinhos do SEBRAE não adiantam mais, isto já está provado, e nem este é gratuito num país de 180.000.000 de brasileiros... É difícil, mas precisamos ser fortes para continuar acreditando neste país, isso em tempos de "lei seca" e impunidade para assassinatos bárbaros e para governantes corruptos, enfim, já não bastava tudo isso e agora curso gratuito de empreendedorismo para brasileiros, mas fora de nosso país, chega soar como piada, mas é nossa realidade.